S1E3 – PodCrent #0003a – Reforma Protestante

Saudações Queridonshos Crentassos!!!

Mais um episódio do seu podcast preferido (ou não) , o REPETACULÁ PODCRENT… E como estamos em Outubro, tinhamos 3 opções: Oktoberfest, Halloween, e Reforma! E como vc já deve imaginar, somos CRENTES, logo o assunto não poderia ser etílico ou pagão! Logo!! REFORMA PROTESTATE!!!!!

Primeiro PodCrent Histórico contando a saga q separou mais uma vez (??) a igreja cristã.
Cristiano Machado, Leticia Japa, Carlos Marchiorato e o convidado Alexandre Pepe, converam sobre o panorama da Europa, os Humanistas e sobre o emblemático e porradeiro Martinho Lutero, neste podcast dividido em 2 parte, isso mesmo… Daqui a uma semana (ou não) vc vai receber a segunda parte falando um pouco mais sobre  este assunto tão importante e ao mesmo tempo tão ignorado pela maioria esmagadora do evangélicos do Brasil! Aproveite…

Comments
29 Responses to “S1E3 – PodCrent #0003a – Reforma Protestante”
  1. Claudio disse:

    Valeu galera… muito boom!
    To aqui aprendendo e rindo.
    Valeu pelo s2! =D

  2. Olha lá galera… Falei q ia dar certo! só falar o nome do cara, q ele se sente na obrigação moral de comentar! hehehehehehe!

  3. Crentassos do Brasil, parabéns.

    É muito bacana aprender rindo, como disse o Claudio. Valeu a pena escutar! um abraço a todos

  4. Diego Chaves disse:

    Caraca,
    dei uma chance ao podcast e foi muito massa essa 1:30 ouvindo vocês!
    É claro que vocês pegaram um modelo que já faz muito sucesso mais acredito que o que é bom tem que servi de exemplo mesmo! =P

    Agora só uma observação, acho q mais de 50 minutos fica cansativo então é bom vocês diminuirem o tempo de podcast pra ficar mais prazeroso!

    Enfim, curti e vou acompanhar e repassar apartir de agora!

    Abraços!

  5. Ai aiin.
    Eu mal sei que dizer.
    Pra começar, Que Deus me perdoe por tanto tempo que perdi com o orkut e afins. Pq vocÊs são DEMAIS.
    Sério… O PoD foi muito bom. Vocês no começo se disseram “achistas” mas disseram tudo com certeza e base histórica. Estão dando banho em muito pastorzinho por aí.
    Passar aquele trecho do Filme Lutero foi idéia de quem? Uma estrelinha dourada pra quem teve a Ideia. 🙂 O filme é só um história, mas VALE a pena assistir… é só cuidar pra não se revoltar e sair por aí querendo fazer reforma de novo.
    Pq uma coisa a ser lembrada é q o objetivo 1 de Lutero não não romper, quebrar e separar a igreja, era Reformar. E que para isso ele tinha uma bagagem de vida com Deus, Teologia, e conhecimento.
    Se quisermos ser reformadores da Igreja Protestante do sec. XXI precisaremos ser mais como Jesus, mais como Ap. Paulo, mais como Ap. João… e muito, muito menos “evangélicos”.
    Fiquem com Deus, Crentasos. E parabéns. VocÊs são excelentes! 😀

  6. Ah, mais uma coisa importante: O amiguinho chavez ali em cima até que está um pouco certo, mas aí vai a dica de Homilética: piadas e afins quebram o ritmo e dão mais tempo. Continuem fazendo isso, pq 1:30h direto é complicado, mas se a cada 20min vcs fizerem um break… eu consigo ficar o dia todo ouvindO 😀

  7. disse:

    Muito interessante, essa semana mesmo tive uma aula sobre reforma, e como de costume só são considerados os motivos econômicos por trás das intenções dos reformistas. O pod de vocês conseguiu abordar o tema sem ignorar estes motivos, o que é essencial para que se entenda o motivo das reformas e elas terem dado certo.
    Quero ver se consigo ouvir de novo,já que fiz enquanto tava trabalhando e acabei perdendo algumas partes, mas muito legal mesmo.
    abraços
    allanjoses7

  8. uhuhhuhuh a melhor parte foi os S2S2S2 dedicados a querida Carolina Setti UAHUAHUAHAUHAUAHUA!!

    Agora “bota mão no joelho dá uma agachadinha (peraêêêêêêêêêê crenteeee uhuhuhuhuhuhuh)”… kkkkkkkkkk

    Oh a igreja católica foi seeeeeeeeempre a religião que eu MENOS me identifiquei huhuhuhuhu mas eu agradeço a ela a algo muuuito importante: OS FERIADOS!! HUAHAUHAUHAUAHUA

    Vamos fazer um feriado “crentasso”? UHUHUHUHUHU já tem o dia do evangélico mas tinha que ter o dia do EVANGELHO que tal??? Pra lembrarmos que JESUS NÃO É RELIGIÃO OHHH!!! GO CRENTES GO GO GO!!!

    Agora esta de achar que o perdão dos pecados tinha que ser medido pelo seu melhor eu sei o que é, eu vivi isto e olha que eu não era obsecada como Lutero hehehehe mas esta concepção advem do kardecismo tbm sabiam? Pra vc “evoluir” era tanta coisa que vc na real nunca ia chegar lá pelo menos era assim que eu sentia…

    Como Jesus me libertou amém? Voltei de onde eu vim e revi meus caminhos, aleluia!

    Postem logo o lado B!

    😀

  9. conseguiiiiiiiiiii uhuhuhu ainda bem que eu dei um contrl c no coment rsrss

    oh, pelo loguim do google nao carregou, ve se eh bug do blog ou do google beiGos rs

  10. Iracroft disse:

    Showw adorei.. é mto bom alem das brincadeiras tbm buscar conhecimento do que defendemos(?) como protestantismo rs

    valeu galeraaa

    @Iracroft

  11. porele disse:

    Melhor momento do Pod! “Os caras eram uns porradeiros!!”

    Imagino que um cartunista retrataria Lutero como um germano com chapéu de viking, um machado em uma das mãos e a Bíblia na outra.

    Show de bola!

    Carlos

  12. Ingrid Sarah disse:

    kkkkkkkk… muito cool, o Dan Queirolo disse que eu ia gostar, ele acertou, haha…
    Meu, pena que passei mais de 30 minutos esperando o áudio carregar… deve ser porque moro no Acre né… rs .. zoaaa

    ah, detalhe ainda nem chegou ao fim, e eu já tô deixando coments, tô no meio do 'PodCrent' pq agora que o 'buffering' completou (espero… hihih) mas pelo rumo que o trem tá indo tô gostando quando eu chegar no fim eu posto outro comentário… blz? rs
    ''té mais verrr'' povão

  13. rapaz adooorei… muito booa a produção!!
    Queria que os cultos na minha igreja fosse assim…
    hahahahaha

  14. Wilton…

    Bem, se precisarem de um missionario ai em sobral, dá um toque!

  15. Vivi disse:

    Muito bom mesmo!!! Cara, nem me toquei no tempo… pq é tão bom que nem vi a hora passar.

    To torcendo pra que vcs postem logo a parte b.

    Vlww.

    @vivi_music

  16. então,acabei de ouvir o PodCrent e fico muuito legal,parabéns,como já foi dito lá em cima nós estamos acostumados a ouvir aspectos econômicos em relação a Reforma Protestante ,eu faço Economia e vejo muito isso,não sei como que pode,rs
    mas enfim!
    Parabéns Crentassos continuem assim 🙂
    Deus abençoe muuuuuito!

  17. Bernardo disse:

    O maior crentasso que existe é o Diabo e vocês estão fazendo um ótimo trabalho para ele.

    Aproveito a ocasião para dar a conhecer a todos os ignorantassos, quero dizer, crentassos, algumas verdades “inconvenientes” sobre o vosso pai Lucifer, digo, Lutero.

    Pois bem, vamos direto ao ponto; Dizem os crentassos o seguinte:

    LUTERO, O PRIMEIRO TRADUTOR ALEMÃO

    ”A Igreja era considerada incompetente para salvar o homem; por isso sua interpretação das Sagradas Escrituras não era válida: Lutero queria que todos os homens tivessem acesso à Bíblia (por isso a traduziu do latim para o alemão, uma coisa tão revolucionária e pioneira que a bíblia se tornou um padrão para a língua alemã).”

    ONDE SE ENCONTRA A MENTIRA:

    http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2005/01/lutero.html

    A VERDADE DOCUMENTAL:

    Antes que Lutero fizesse sua tradução alemã, já haviam dezessete traduções alemãs já impressas, doze destas no dialeto do baixo-alemão, para o povo (todas antes de 1518).

    O próprio Lutero disse:

    “foi um efeito do poder de Deus que o papado preservou, em primeiro lugar, o santo batismo; em segundo, o texto dos Santos Evangelhos, que era costume ler no púlpito na língua vernácula de cada nação…” (De Missa privata, ed by Jensen, VI, Pg 92).

    Só no ano de 1524, apareceu a bíblia protestante, vertida por Lutero, quando já eram 30 as traduções católicas na Alemanha. Isso acaba com a calúnia protestante, de que Lutero foi quem primeiro traduziu a bíblia do latim para o alemão. Fontes:(Imperial Encyclopedia and Dictionary © 1904 Vol. 4, Hanry G. Allen & Company), ( Holman Bible Dictionary © 1991).

    A PRIMEIRA VERSÃO ALEMÃ: A história da pesquisa Bíblica mostra, que as numerosas versões parciais no vernáculo na Alemanha já aparecem nos séc. VII e VIII. Também há abundância dessas versões nos séc. XIII e XIV, e uma Bíblia completa no séc. XV, antes da invenção da imprensa. (The Catholic Encyclopedia, Volume XV Copyright © 1912).

    1466 D.C. A PRIMEIRA BÍBLIA IMPRESSA EM ALEMÃ: Isto foi cinqüenta oito anos antes de Lutero fazer sua Bíblia alemã em 1524. Nestes cinqüenta e oito anos os católicos imprimiram 30 diferentes edições alemãs da Bíblia. (Holman Bible Dictionary © 1991)

  18. Bernardo disse:

    QUE ESTÓRIA É ESSA QUE PARA A IGREJA AS ESCRITURAS “NÃO ERAM VÁLIDAS”???A Igreja sempre teve grande respeito pela Bíblia. Não sou eu apenas que o digo, MAS DIVERSOS AUTORES PROTESTANTES de língua inglesa, que eu citarei devidamente traduzido:

    “O Catolicismo Romano tem um alto respeito pelas Escrituras vendo nelas uma fonte de conhecimento… De fato, o ensinamento oficial da Igreja Católica acerca da inerrância e inspiração das Escrituras satisfariam o mais rigoroso dos fundamentalistas protestantes.” { Robert McAfee Brown, The Spirit of Protestantism, Oxford: Oxford Univ. Press, 1961, pp. 172-173}.

    “Nunca houve um tempo na História da Igreja ocidental durante a Idade “Média”, ou das “Trevas”, em que as Escrituras foram oficialmente degradadas. Ao contrário, elas eram consideradas infalíveis e inerrantes, e mantidas na mais alta honra.” {Peter Toon, Protestants and Catholics, Ann Arbor, MI: Servant Books, 1983, p. 39}.

    “A visão expressa por Agostinho foi a visão crida e propagada pela Igreja Católica no decorrer dos séculos… Pode-se dizer que a Igreja Romana, por mais de mil anos, aceitou a doutrina da infalibilidade de toda a Escritura… A Igreja (através dos Padres, teólogos e papas) ensinou a inerrância bíblica… A Igreja Romana manteve uma visão das Escrituras que em nada difere daquela tida pelos Reformadores”. {Harold Lindsell},

    Os protestantes precisam combinar melhor as mentiras que andam espalhando, pois os próprios protestantes mais sérios as desmascaram facilmente.

    Veja, agora, um trecho católico anterior à Revolta protestante, que, no meu entender, seria suficiente para encerrar a questão:

    “Todos os cristãos devem ler a Bíblia com piedade e reverência, rezando para que o Espírito Santo, que inspirou as Escrituras, capacite-os a entendê-las… Os que puderem devem fazer uso da versão latina de São Jerônimo; mas os que não puderem e as pessoas simples, leigos ou do clero…devem ler a versão alemã de que agora se dispõe, e, assim, armarem-se contra o inimigo de nossa salvação” (The publisher of the Cologne Bible [1480] ).

    Veja no texto histórico acima, datado de 1480, mais uma prova de que já havia para o povo, as traduções católicas alemãs. Pois bem, faltavam 03 anos para Lutero nascer. Nasceria em 1483.

    Como você vê, o argumento protestante, é não somente falso, mas não possui nenhum embasamento histórico.

    E além do mais, a aparição de Hans Luther, pai de Lutero em Erfurt na ordenação do filho revela uma informação preciosa: a de que o povo conhecia a Bíblia!

    Pois Hans (pai de Lutero) diz ao filho rebelde: “Por acaso não leste na Escritura que o quarto mandamento manda honrar os pais?” . E Köstlin é mais explícito, revelando o que disse o pai de Lutero no almoço que se seguiu à ordenação: “Learned brothers, have you not READ in Holy Writ, that a man must honour father and mother? “. (Köstlin, 54. Köstlin, Julius, Life of Luther, Longmans, Green, and Co, United Kingdom, 1883).

    O pai de Lutero era camponês, e conhecia a Escritura! E soube inclusive aplicá-la muito bem!! Portanto, é mentira que a Igreja negava ensinar a doutrina ao povo mais simples. É mentira que a Igreja escondia a Bíblia.

    Obs: Essas informações está disponível também em: http://caiafarsa.wordpress.com/lutero-o-primeiro-tradutor-alemao/

  19. Bernardo disse:

    UM POUCO SOBRE A INQUISIÇÃO PROTESTANTE
    PARTE I

    Autor: Fernando Nascimento

    O artigo que segue, revela em rica bibliografia, os números de mortos, e requintes de crueldade dos incomparáveis tribunais eclesiásticos protestantes. E deixará claro que as levianas acusações protestantes contra a Igreja Católica sorrateiramente mudaram o significado da palavra “inquisição”, que quer dizer apenas: “sindicância”, “investigação”, em sinônimo de “matança de pessoas”. Ainda hoje, esse erro circula no meio protestante. Tal quimera caiu por terra, quando o renomado historiador Agostino Borromeo, após demorado estudo sobre a inquisição, concluiu que não chegaram a cem, o número de mortes, cometidas por católicos que em desobediência ao Papa, empregaram pena de morte contra os inquiridos.
    Antes, abramos um parêntese, para de fato mostrarmos conforme os historiadores, que muita calúnia se lançou contra a Igreja Católica, no que concerne a falsa acusação de matança de “centenas”, “milhares” e até “milhões” de pessoas. Pura lenda, que na verdade não passava de mentira estratégica protestante, fomentada por anticatólicos como: Russel Hope Robbins, o apostata Doelling, Jules Baissac, Jean Français e Reinach.
    O próprio Rui Barbosa quando principiante inexperiente, traduziu “O Papa e o Concílio” uma obra de um deles, do Doelling, e se arrependeu mais tarde, proibindo no prefácio a publicação da mesma, pelas calúnias apaixonadas. Dizia mais tarde Rui Barbosa, quando maduro e experiente: “Estudei todas as religiões do mundo e cheguei a seguinte conclusão: religião ou a Católica ou nenhuma.” (Livro Oriente, Carlos Mariano de M. Santos (1998-2004) artigo 5º).

  20. Bernardo disse:

    UM POUCO SOBRE A INQUISIÇÃO PROTESTANTE
    PARTE II

    Publicou a Agência européia de notícias Zenit: [CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 16 de junho de 2004 (ZENIT.org).- [Atualmente, os pesquisadores têm os elementos necessários para fazer uma história da Inquisição sem cair em preconceitos negativos ou na apologética propagandista, afirma o coordenador do livro «Atas do Simpósio Internacional “A Inquisição”».
    No volume, Agostino Borromeo, historiador, recolhe as palestras do congresso que reuniu ao final de outubro de 1998, no Vaticano, historiadores universalmente reconhecidos especializados nestes tribunais eclesiásticos.
    «Hoje em dia –afirmou essa terça-feira, em uma coletiva de imprensa de apresentação do livro, o professor da Universidade «La Sapienza» de Roma– os historiadores já não utilizam o tema da Inquisição como instrumento para defender ou atacar a Igreja».
    Diferentemente do que antes sucedia, acrescentou o presidente do Instituto Italiano de Estudos Ibéricos, «o debate se encaminhou para o ambiente histórico, com estatísticas sérias».
    O especialista constatou que, à «lenda negra» criada contra a Inquisição em países protestantes, opôs uma apologética católica propagandista que, em nenhum dos casos, ajudava a conseguir uma visão objetiva.
    Isto se deve, entre outras coisas –indicou–, ao «grande passo adiante» dado pela abertura dos arquivos secretos da Congregação para a Doutrina da Fé (antigo Santo Ofício), ordenada por João Paulo II em 1998, onde se encontra uma base documental amplíssima.
    Borromeu ilustrou alguns dos dados possibilitados pelas «Atas do Simpósio Internacional “A Inquisição”».
    Revela o historiador sobre os processos e condenação referentes ao tribunal católico: “dos 125.000 processos de sua história, a Inquisição espanhola condenou à morte 59 «bruxas». Na Itália, acrescentou, foram 36 e em Portugal 4. Se somarmos estes dados –comentou o historiador– não se chega nem sequer a cem casos…”
    A Inquisição na Espanha, afirmou o historiador, em referência ao tribunal mais conhecido, celebrou entre 1540 e 1700, 44.674 julgamentos. Os acusados condenados à morte foram 1,8% e, destes, 1,7% foi condenado em «contumácia», ou seja, pessoas de paradeiro desconhecido ou que em seu lugar se queimavam ou enforcavam bonecos].(1) Até aqui a notícia de ZENIT.org.

  21. Bernardo disse:

    UM POUCO SOBRE A INQUISIÇÃO PROTESTANTE
    PARTE III

    Outro historiador, o protestante, Henry Charles Léa, cita 47 bulas, nas quais a Santa Sé continuamente insiste na jurisprudência que deve se observar nos tribunais eclesiásticos católicos. Alertam para não cair na violência e injustiças freqüentes dos juizes leigos. Basta folhear a monumental obra do próprio Léa, para convencer-se que na realidade as bruxas foram perseguidas e condenadas mais pelos detentores do poder civil e pelos protestantes do que pelo tribunal católico. (2)
    Também o historiador Daniel Roups, é categórico nos seus registros: ”Foram numerosos os cânones dos concílios que, excomungando os hereges e proibindo os cristãos de lhes darem asilo, não admitiam que se utilizassem contra eles a pena de morte. Deviam bastar as penas espirituais ou, quando muito, as penas temporais moderadas”. (3)
    João Paulo II enviou uma mensagem com motivo da apresentação das «Atas» do Simpósio Internacional sobre a Inquisição, na qual sublinha a necessidade de que a Igreja peça perdão pelos pecados cometidos por seus filhos através da história. Ao mesmo tempo, declarava, «antes de pedir perdão é necessário conhecer exatamente os fatos e reconhecer as carências ante as exigências cristãs».(Zenit).
    Pelos filhos da Igreja Católica, que em desobediência cometeram alguns crimes, o Papa João Paulo II pediu perdão. Mas, quando o protestantismo cessará de deturpar, omitir e caluniar, reconhecendo finalmente os extermínios que cometeu e atribui maldosamente aos católicos? Fecha parêntese.

  22. Bernardo disse:

    UM POUCO SOBRE A INQUISIÇÃO PROTESTANTE
    PARTE IV

    VEJAMOS ENTÃO, A VERDADE DOCUMENTAL, E A CRUELDADE SEM PRECEDENTES DOS TRIBUNAIS PROTESTANTES.

    A quantidade de registros literários dos próprios protestantes é vasta, porém, estranhamente ocultada pelos livros escolares, pela imprensa e mídia em geral. Muitas vezes vemos o que é omitido pelo lado protestante sendo por esses veículos, atribuídos maldosamente à Igreja Católica.

    – O próprio Lutero nos legou o relato dessa prática, anos antes de lançar-se em revolta aberta, dizia: “(…) os hereges não são bem acolhidos se não pintam a Igreja como má, falsa e mentirosa. Só eles querem passar por bons: a Igreja há de figurar como ruim em tudo.”

    (Franca, Leonel, S.J. A Igreja, a reforma e a civilização, Ed. Agir, 1952, 6ª ed. Pág. 200).
    Uma vez no protestantismo, já ensinava Lutero aos protestantes: “Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da igreja (luterana).” (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).

    Logo a mentira, a omissão e o falso testemunho se tornaram as colunas das doutrinas dos pseudos “reformadores” protestantes.

    A crueldade foi especialmente severa na Alemanha protestante. As posições de Lutero, contra os anabatistas, causaram a morte de pelo menos 30.000 camponeses (4). Foram as palavras de Lutero: “Eu, Martinho Lutero, exterminei os camponeses revoltados, ordenei-lhes os suplícios, que o seu sangue recaia sobre mim, mas o faço subir até Deus, pois foi ele quem me mandou falar e agir como agi e falei”. Centenas de rebeldes, segundo Goethe, foram torturados, empalados, esquartejados e queimados vivos. A Alemanha, disse o autor de Hermann e Dorothéia, “parecia um açougue onde a carne humana tinha preço vil”.

    Calvino, pai dos presbiterianos, mandou queimar o espanhol Miguel Servet Grizar, médico descobridor da circulação sanguínea. Acusado de heresia, Servet foi preso e julgado em Lyon, na França. Conseguiu evadir-se da prisão e quando se dirigia para a Itália, através da Suíça, foi novamente preso em Genebra, julgado e condenado a morrer na fogueira, por decisão de um tribunal eclesiástico sob direção do próprio Calvino. A sentença foi cumprida em Champel, nas proximidades de Genebra, no dia 27 de outubro de 1553. Puseram-lhe na cabeça uma coroa de juncos impregnada de enxofre e foi queimado vivo em fogo lento com requintes de sadismo e crueldade. (5)

    O luterano Benedict Carpzov, foi legista brilhante e figura esclarecida, até hoje ocupando lugar destacado na história do Direito Penal. Mas perdia a compostura contra a bruxaria, que considerava merecedora de torturas três vezes intensificadas com respeito a outros crimes, e cinco vezes punível com pena de morte. Protestante fanático, afirmava, quando velho, ter lido a Bíblia inteira 53 vezes. Assinou sentença de morte contra 20.000 bruxas, apoiando-se principalmente na “Lei” do Antigo Testamento. Não compreendendo o verdadeiro significado da Bíblia, considerava o Pentateuco como lei promulgada pelo próprio Deus, Supremo Legislador. Carpzov, para condenar a morte, usava (Lv 19,31; 20,6.27; Dt 12,1-5), citava de preferência o Êxodo (22,18); “Não deixarás viver a feiticeira”. (6)

  23. Bernardo disse:

    UM POUCO SOBRE A INQUISIÇÃO PROTESTANTE
    PARTE V

    Outro famoso perseguidor de bruxas na Alemanha, foi Nicholas Romy, considerado grande especialista e que escreveu um longo tratado sobre bruxaria, teve sobre sua consciência a morte de 900 pessoas. (7)

    Já Froehligh, reitor da Universidade de Innsbruck e catedrático de Direito, que chegou a ser chanceler da Alta Áustria, insistia em que não só as supostas bruxas fossem condenadas, senão também seus filhos! E não se precisava muito para ser considerada bruxa, pois o seria qualquer pessoa que não tivesse um olhar franco.(8)

    Naquele ambiente de superstição, crueldade e pânico perante as bruxas, foi possível o aparecimento de um Franz Buirmann, pervertido magistrado protestante e degenerado inimigo da bruxaria. Era um juiz itinerante. Referindo-se a ele dizia seu contemporâneo Hermann Loher: “Preferiria mil vezes ser julgado por animais selvagens, cair numa fossa cheia de leões, de lobos e ursos, do que cair em suas mãos”.

    Deste impiedoso juiz se afirma que somente em duas incursões que realizou por pequeninas aldeias ao redor de Bonn, que perfaziam um total de 300 pessoas contando-se crianças e velhos, queimou vivas nada menos que 150 pessoas! Consta que ao menos em duas oportunidades (da viúva Boffgen e do Alcaide de Rheinbach), o juiz se apoderou de todos os bens dos condenados à fogueira (o Alcaide de Rheinbach era seu inimigo político. . .).(9)
    Em Bamberga, sob a administração de um bispo protestante, queimou-se 600 pessoas. Na Genebra protestante, foram queimadas 500 pessoas por Calvino. (10)

    Se os protestantes do passado nenhum valor davam a essas muitíssimas vidas ceifadas no fogo, muito menos valor dão os protestantes de hoje, que por ignorância, orgulho ou omissão, se escusam de um simples pedido de perdão, para não ter que admitir as iniqüidades que falaciosamente atribuem aos outros.

    A técnica, é a mesma do gatuno que bate uma carteira e grita: “pega ladrão!!!” Baseados no grito do gatuno, as mal informadas e ou mal intencionadas editoras de livros didáticos, a imprensa e a mídia, fazem o resto do trabalho sujo. Tudo contribui para a perdição do que não busca conhecer a verdade.

    Dizia Marcus Moreira Lassance Pimenta: “Ao ignorante, basta uma mentira bem contada para que a tenha como verdade. E ao sábio, não há mentira que o impeça de buscar a verdade”.

    Bibliografia:
    1. Agência Zenit, Sunday, June 20, 2004 1:17 PM.
    2. Henry Charles Léa, A History of the inquisition of the Middle Ages, 3 vols. Nova Yorque, Happer, 1888, principalmente vol. I, pp. 137ss; tradução de Salomon Reinach, Historie de L’Inquisition au Moyen-Áge. Ouvrage traduit sur l’exemplaire revu et corrigé de l’auter, 3 vols., Paris, 1900-2 vol. 3.
    3. Daniel-Rops, História da Igreja de Cristo, vol. III, A Igreja das Catedrais e das “Cruzadas”, Quadrante, pp. 605-606.
    4.. VEIT, Valentim, História Universal, Livraria Martins Editoras, SP, 1961, Tomo II, pp. 248-249.
    5. http://www.adventistas.com/marco2003/miguel_servetus.htm
    6. Benedict Carpzov, Practica Nova Rerum Criminalium Imperialis Saxonica in Tres
    Partes Divisão, Wittenberg, 1635.
    7. Nichólas Romy, Daemonolatriae Libri Tres, Lião, 1595; Colônia, 1596; Frankfurt, 1597.
    8. Johan Christopher Froehlich von Froehlichsberg, De sorcelleria, Innsbruck, 1696;
    tradução: Animismes, Paris, Orent, 1964, pp. 62ss.
    9. Cf.. Jacques Finné, Erotismo et sorcellerie, Verviers (Bélgica), Gerard, 1972; tradução de Charles Marie Antoine Bouéry, Erotismo e feitiçaria, São Paulo, Mundo Musical, 1973, p. 41.
    10. W. Bommbeg, The mind of man: the history of man’s conquest of mental illness, 2ª ed., Nova Yorque, Harpel, 1959; tradução: La mente del hombre, Buenos Aires, 1940.

  24. Bernardo disse:

    UM POUCO SOBRE A INQUISIÇÃO PROTESTANTE
    PARTE VI

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    A SEVERIDADE DOS TRIBUNAIS PROTESTANTES
    ===========================================
    Foram terríveis os genocídios causados pelos protestantes na Alemanha. A então Alemanha estava dividida em mais de trezentas circunscrições, cada uma delas com seu próprio Supremo Tribunal civil e seu Direito particular. A perseguição às bruxas e a severidade dos castigos, dependiam geralmente dos respectivos senhores de cada região, que governavam com muita independência e poder quase absoluto.
    Dentro de cada região, havia oscilações pendulares inclusive extremas, segundo os critérios subjetivos do mesmo senhor e segundo os conceitos das diversas sucessões no poder através dos anos e dos séculos. Daí a dificuldade em se calcular o número de pessoas condenadas à fogueira e à forca na Alemanha. Mas, das crônicas e processos regionais que chegaram até nós, cabe deduzir, que as vítimas se contaram por milhares. Gardner calcula 9 milhões (1). Morrow simplesmente diz que foram milhões (2).
    W. A. Schoeder, contemporâneo aos fatos, anotou que nas localidades de Bamberg e Zeil, entre 1625 e 1630, (cinco anos) se realizaram nada menos que 900 processos de bruxaria. Deles (numa exceção), 236 terminaram com condenação à morte na fogueira. Só num ano, 1617, em Wurzburgo, foram queimadas 300 bruxas (3); em total nesta região, as atas apresentam l.200 condenações à morte (4).
    Em 20 anos, de 1615 à 1635, em Estrasburgo, houve 5.000 queimas de bruxas (5).
    Em cidades pequenas como a imperial Offenburg, que só tinha entre dois e três mil habitantes, se desenvolveram acérrimas perseguições às bruxas durante três decênios, e em só dois anos, segundo as atas, foram queimadas 79 pessoas (6).
    Segundo o VERITY MURPHY em 16/6/2004, da BBC de Londres, o novo e mais completo relatório da inquisição, indica que, no auge da Inquisição, a Alemanha protestante matou mais bruxas e bruxos que em qualquer outro lugar.
    Na Suíça, quando protestante, os casos de condenação de bruxas descritos nas crônicas conservadas, chegam a 5.417 (7). Nos Alpes Austríacos, as mortes chegaram ao menos a 5.000 (8).
    Era absolutamente falsa a afirmação de muitos autores protestantes ingleses, de que a Inglaterra foi uma exceção dentro da bruxomania geral.
    Segundo Ewen, (9), que cita documentos oficiais, o número de condenados à pena de morte por bruxaria, na Inglaterra protestante, exatamente de 1541 a 1736, teria sido menos de mil. As condenações à morte teriam sido menos de 30% das acusações. Mesmo assim, o comportamento inglês não fugiu ao ditado de que não há regras sem exceções.

  25. Bernardo disse:

    UM POUCO SOBRE A INQUISIÇÃO PROTESTANTE
    PARTE VII

    Na Inglaterra destacava-se o protestante Mathew Hopkins que se autodenominava “descobridor geral de bruxas”. Parece que era um sádico encoberto. Quando encontrava uma mulher que excitava seus instintos sexuais anormais, obrigava-a a despir-se na sua presença e começava a fincar com uma agulha, as diversas partes do corpo dela (assim se procuravam áreas insensíveis, o que seria sinal de possessão demoníaca).

    Mas… ele mesmo diante de outros protestantes, foi acusado de possuir estranhos poderes. Submetido às provas de bruxaria que empregara, foi condenado e morto (10).

    Na Inglaterra não era necessário aplicar torturas — às vezes se deram! — porque a condenação freqüentemente era sentenciada sem necessidade de confissão por parte do acusado (11).

    Em 1562 a rainha Elizabeth, e a versão definitiva do Witch Act ou “lei contra os bruxos”, de Jacques I em 1604, condenavam à morte a pessoa que tivesse feito qualquer malefício pretendendo acabar com a vida ou danar o corpo de alguém. Mesmo que não se percebesse efeito nenhum do malefício! Esta lei se manteve em vigor na Constituição até 1736.

    Os protestantes do Reino Unido foram lentos. Na Inglaterra do século XVII, na área da interpretação dos fenômenos misteriosos ainda grassava a superstição demonológica, e houve várias condenações. O último juízo por bruxaria foi já entrado o século XVIII, em 1717, (12). E ainda demorariam mais vinte anos para abolir o estatuto inglês contra as bruxas, em 1736 (13).

    A última morte por condenação como bruxa, na Escócia, foi em 1738. Na Irlanda, a lei contra bruxaria não foi abolida até 1821!
    Em 1863, segunda metade do século XIX!, o povo inglês ainda linchou um velho por considerá-lo bruxo.

    As perseguições protestantes atravessaram o Atlântico, e chegaram aos EUA. O primeiro corpo de estatutos — The Body of Liberties — que houve em Massachusetts, é de 1641 (14). Nele se diz: “Se algum homem ou mulher é bruxo que manifesta ou consulta um espírito familiar(?), será enviado à morte” (15).

    A revisão de 1649 reiterava a mesma lei com pena capital (16). De sua vigência é um exemplo famoso, “o processo das bruxas de Salem,” em 1692. Como resquício, ainda hoje em alguns estados americanos, a pena de morte é vista com naturalidade, aos condenados gravemente pela justiça. Mudaram apenas os réus e a forma de exterminar.

    O pânico da população perante as bruxas e a ira contra elas, refletem-se no caso de Ann Hibbins. Parece que foi acusada por motivos meramente socioeconômicos. Era irmã de um rico comerciante e antigo assistente da colônia, Richard Beilingham, que fora governador da Baía de Massachusetts. O júri a condenou. Os juizes não aceitaram o veredicto. O caso foi levado à Corte Geral. Foi fácil incitar a opinião pública. Tanto pressionaram a Corte que Ann Hibbins foi condenada à morte (17).

  26. Bernardo disse:

    UM POUCO SOBRE A INQUISIÇÃO PROTESTANTE
    PARTE VIII

    ATÉ CRIANÇAS ERAM QUEIMADAS PELOS PROTESTANTES

    No ano 1670, na Suécia, houve um processo deplorável: Como conseqüência das declarações, arrancadas pelas interrogações feitas pelos teólogos protestantes, foram queimadas 70 mulheres, açoitadas mais 56, queimadas 15 crianças que já tinham chegado aos 16 anos e outras 40 foram açoitadas (18).

    Na Alemanha protestante, o poder civil condenou Anna Maria Schwugelin. Foi decapitada como bruxa em 1759.

    No dia 18 de junho de 1782, o governo protestante ainda decapitou uma bruxa na Suíça (19).

    Agora os protestantes têem aqui reunidos, grande parte dos números de mortes, nomes e documentos, para a própria cruel “inquisição” de seus tribunais, que tanto omitem. E isso não é tudo.

    Atacado por um diabólico ódio racial, Lutero antes de sua morte, lançou o panfleto “Contra os judeus e as suas mentiras.” onde pregava aos alemães, toda sorte de desumanidade contra os judeus, culminando no holocausto nazista. Esta obra, está reproduzida na “História do anti-semitismo”, de Leon Poliakov.

    Dia 6 de maio de 1527, quando saquearam Roma, cerca de quarenta mil homens espalharam na Cidade Eterna o terror, a violência e a morte. Eram seis mil espanhóis, quatorze mil italianos e vinte mil alemães, quase todos luteranos, esses últimos, indivíduos perversos, gananciosos, desprovidos de qualquer escrúpulo. Gritavam: ”Viva Lutero, nosso papa!!!” Ávidos, incansáveis na busca das riquezas, dos despojos do inimigo, os lanquenetes luteranos e os outros invasores assaltaram, estupraram, saquearam, incendiaram, trucidaram, arrebentaram as suas vítimas, jogaram crianças pelas janelas ou as esmagaram contra as paredes. Grande parte da população foi dizimada. Conforme disse Maurice Andrieux, esse ataque a Roma “superou em atrocidade todas as tragédias da História”, até mesmo a destruição de Jerusalém e a tomada de Constantinopla.

    E no Brasil? Encontra-se facilmente nas enciclopédias que, os protestantes calvinistas em 15 de julho de 1570, mataram 40 jesuítas, entre eles Inácio de Azevedo, morto a CUTILADAS (golpe de espada) quando, segurando num quadro da Virgem Maria, animava a tripulação a resistir ao ataque protestante, que degolou a todos, (Enc. Microsoft Encarta 99, verbete: “Inácio de Azevedo, beato”).

  27. Bernardo disse:

    UM POUCO SOBRE A INQUISIÇÃO PROTESTANTE
    PARTE IX

    Todo esse genocídio com requintes de crueldade, parece encontrar doce justificativa nas palavras de Lutero, pai do protestantismo do “somente a fé”:

    “… Seja um pecador e peque fortemente, mas creia e se alegre em Cristo mais fortemente ainda…Se estamos aqui (neste mundo) devemos pecar…Pecado algum nos separará do Cordeiro, mesmo praticando fornicação e assassinatos milhares de vezes ao dia”. (Carta a Melanchthon, 1 de agosto de 1521 (American Edition, Luther’s Works, vol. 48, pp. 281-82, editado por H. Lehmann, Fortress, 1963).

    Esta “fé”, de Lutero, apesar de dirigida pela vontade, é um simples ato do intelecto. Apesar de necessária à salvação, não é suficiente.

    Tiago diz que até mesmo os demônios têm esta fé (Tg 2,19). É por este motivo que ele diz:

    “Vedes como o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé?” (Tg 2,24). Infelizmente, Lutero designou esta carta do Apóstolo de “Carta de Palha”. Ele não entendeu o que Tiago esta querendo dizer (sobre a fé de Abraão): “Vês como a fé cooperava com as suas obras e era completada por elas” (Tg 2,22). Sob o erro do pai do protestantismo, as seitas evangélicas ainda hoje, pregam que seus seguidores já estão “salvos”, só porque simplesmente “crêem” em Jesus. Se assim fosse, iriam encontrar Lúcifer no céu.

    Agradecimentos especiais ao padre Oscar G. Quevedo, S.J, pelos brilhantes estudos iniciais.

  28. Bernardo disse:

    ————————————————————
    Bibliografia:

    1. Gerald B. Gardner, Ursprung und Wirklichkeít der Hexen, Weilheim, 1965, pp. 30s.

    2. F. Morrow, no prólogo e Montagne Summers, The history of wttchcraft and demonology, 2a ed., Nova Iorque, 1956.

    3. Citado por Merzbacher, Die Hexenprozesse in Franken, Munique, 1975, p. 43.

    4. Kurt Baschwitz, Hexen und Hexenprozesse. Die Geschichte eines Massenwalms und Bekampfung, Munique, 1963; uso a tradução de Ana Grossman, Brujas y proceso de brujeria, Barcelona, Luiz de Caralt, 1968, p. 261.

    5. Cf. Wilhelm Gottieb Soldan, Geschichte der Hexenprozesse aus der Quellen dargestellt, Stutgard, 1843; 2º edição revisasda: Soldan-Ludwig Julius Heppe, Geschichte der Hexenprozesse, 2 vols. Stuttgard, 1880; 3º edição revisada: Soldan –Heppe-Max Bauer, com o mesmo título, Munique, 1012, tomo I, p. 530.

    6. Idem, Soldan –Heppe-Max Bauer, ibidem, p. 251.

    7. Na tese doutoral de G. Bader, Die Hexenprozesse in der Schweiz, Zurique, 1945, p. 219.

    8. Fritz Byloff, “Hexenglaube und Hexenverfolgung in der õsterreichischen Alpenlander” in Quellen zur deutschen Volkskunde, 1934, caderno 6, p. 159.

    9. C. L. Ewen, Witccraft and demonianism, Londres, Muller, 1970; Witch hunting witch trial, Londres, 1062; Nova Iorque, Harper, 1971.t.

    10. Ramiro A. Calle, La magia negra y el ocultismo (técnicas para el conocimento de si mismo y de los demás), Barcelona, Cedel, 1968, p. 271s.

    11. Cf. Ronald Seth, Children against witches, Londres, Robert Hale, 1969, p. 14; Davies, Four centuries…, op. cit.

    12. Mair, La brujería…, op. cif, p. 216.

    13. Fox, Science…, op. cit., p. 25; sobre a Bruxaria na Inglaterra, Peter Haining, A circie of witches – An anthology of victorian witchcraft stories, Londres, Robert Hale, 1971; idem, The anatomy o f witchcraft, Londres, Souvenir, 1972; tradução de René Cárdenas Barrios, La anatomia de Ia brujería, México, Diana, 1976.

    14. The body of liberties é reproduzido por William Witmore (ed.), The Colonial Laws of Massachusetts. Reprinted from the edition of 1660, with suplements to 1672. Containing also the Body of Liberties of 1641, Boston, City Council, 1889.

    15. Ibidem, Liberty, 94, Capital Lawa, p. 55.

    16. Cf. Winfield S. Nevins, Witchcraft in Salem Village in 1692, Salem-Massachusetts, Salem-Press, 1916, pp. 29s.

    17. Thomas Hutchinson, History of the Colony of Massachusetts Bay, Londres, Thomas and John Fleet, 1764, p. 187; William F. Poole, “Witchcraft in Boston” in Justin Windsor (ed.), Memorial history of Boston, Boston, Tickner, 1881, tomo 2, p. 130.

    18. B. Bekker, De betoverde wereld, Amsterdã, p. 576-587; trad.: Le monde enchaté, 6 vols. Paris, 1964.

    19. Mair, La brujería…, op. cif, p. 216.

    ======================================

    Fonte: caiafarsa.blogspot.com

  29. Isis disse:

    São Bernardo!!!

    Obrigada por abir nossos olhos, naum acredito q caí nessa aff..

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